Capítulo 5: Mestre do Chá, O Encanto Sedutor do Mundo das Flores

Permainan Cinta dan Pembentukan Diriku Aku hanya minum Pepsi. 2672kata 2026-03-15 14:34:01

Lu Mengyao vestia um vestido, as pernas juntas, e sobre seu corpo não havia nenhum adorno supérfluo, como uma bolsa ou coisa parecida, exalando uma pureza juvenil e o vigor típico de uma estudante.
O vestido branco de neve delineava sem pudor sua silhueta esbelta; nos pés, tênis brancos, exibindo as longas pernas; o tom vibrante do batom, os cílios delicados e a sombra de olhos primorosa, tudo compunha um conjunto refinado sem perder o toque de sedução.
Esta mulher, de fato, compreendia os homens como poucas — uma autêntica máquina de extrair-lhes o suco vital.
Mesmo Cheng Yao, confiante como era, não pôde evitar engolir em seco, dominado por um ímpeto secreto.
Se não fosse por não nutrir ainda afeto suficiente, talvez já a tivesse arrastado para um hotel a discutir sobre a vida, a rotina doméstica e, quem sabe, até pensado nos nomes de seus futuros filhos.
Não superestimeis sua força de vontade!
Lu Mengyao avaliou o traje de Cheng Yao: simples, comum, sem qualquer indício de que pudesse lhe oferecer cinquenta mil por mês — seria esta a discrição dos verdadeiramente ricos?
Cheng Yao, é claro, ignorava tais devaneios. Na verdade, desde o momento do vínculo, já estava lucrando rios de dinheiro.
A bem da verdade, Lu Mengyao tornara-se sua árvore de ouro.
— Para onde vamos?
— Deji, Golden Eagle, ambos servem. Vou lhe comprar um presente.
— Não precisa…
A frase significava, no fundo: “Sério? Que maravilha…”
O objetivo de Cheng Yao ao convidá-la era, justamente, presenteá-la. Esta era a falha do jogo de simulação amorosa: apenas ao gastar com a namorada vinculada é que havia retorno financeiro; não acompanhava o espírito do tempo — por que não poderia lucrar gastando consigo mesmo?
Se a moça fosse do tipo econômica e sensata, seria ele a sofrer.
Por sorte, cruzou com a “melhor” das Lu Mengyaos!
Sorrindo, Cheng Yao perguntou:
— Pra que tanta cerimônia? Que relação temos nós, afinal?
— Então… não precisa ser nada muito caro, qualquer coisinha serve.
Lu Mengyao sorriu, a voz doce como chá recém-feito, digna de uma mestre da arte do fingimento — possuir tamanha habilidade tão jovem era quase inacreditável.
Afinidade +1…
Por um instante, ela sentiu que ter um namorado assim não era nada mal; deixando de lado outras questões, ao menos era bonito.
Cheng Yao refletiu: dizem que o jogo exagera, mas a realidade é ainda mais absurda.
— Desde que você goste…
Naquele momento, Cheng Yao sentiu-se o próprio cão devotado, experiente e submisso.
Mas, por dentro, afiava suas garras.
Talvez você ganhe bastante,
Mas eu jamais sairei perdendo!
Ao longo do caminho, a relação entre ambos estreitou-se; Lu Mengyao já não se mostrava constrangida, chegando a entrelaçar o braço no dele — e, sobre o braço, duas montanhas de proporções consideráveis se impunham.
Cheng Yao aspirou o perfume:
— Que fragrância é essa? Bastante agradável.
— Lancome — respondeu Lu Mengyao, sorrindo.
Cheng Yao acenou com a cabeça, esforçando-se para manter a conversa e desviar o foco, pois, de fato, sentia-se vulnerável — seria essa a honestidade entranhada na alma masculina?

Tsc, tsc!
Seu comportamento era natural, mas, por mais que tentasse, continuava sendo um leigo diante de tais encantos, fingindo indiferença enquanto caminhavam e conversavam.
Passando por uma loja da Apple, Lu Mengyao lançou dois olhares:
— Está lotado…
— Vamos entrar, dizem que saiu o modelo mais novo.
— Vamos sim!
Talvez fosse um teste.
Assim pensou Cheng Yao, e ambos adentraram a flagship da Apple. Ele próprio não fazia questão de celulares importados — os nacionais podiam não ter o melhor chip, mas apresentavam boa relação custo-benefício.
Lu Mengyao fitou o novo iPhone branco e apaixonou-se de imediato; o design e a cor eram perfeitos para uma moça.
O atendente logo se aproximou:
— Senhorita, este é o mais novo lançamento de nossa loja…
Vendo o brilho nos olhos de Lu Mengyao, Cheng Yao perguntou o preço e, sem hesitar, pagou, sem sequer lhe dar tempo de protestar.
— É caro demais… — murmurou Lu Mengyao.
— Um mimo, aceite.
Cheng Yao quase se rompia de tanto rir por dentro; se Lu Mengyao dominava o fingimento, ele já orbitava a atmosfera.
Após vincular o sistema de simulação a Lu Mengyao, toda quantia gasta com ela rendia dez vezes de retorno — um único celular equivalia a cem mil de lucro.
Que venha a tempestade, mais forte ainda!
Afinidade +3
O efeito foi imediato: a afinidade crescia a olhos vistos, e Cheng Yao sentia-se cada vez mais satisfeito.
Atualmente, a afinidade marcava 54; ao atingir 80, não apenas poderia extrair uma habilidade de Lu Mengyao, mas também abraçá-la, beijá-la, ergue-la nos braços e desbloquear toda sorte de posturas — não seria o paraíso?
Assim que ligou o aparelho, Lu Mengyao não disse mais nada, segurando o novo celular; o olhar que dirigia a Cheng Yao tornara-se mais meigo, e seu apreço pelo dinheiro crescia.
Sorrindo, Lu Mengyao sugeriu:
— Achei o preto lindo também; não quer um igual? Teríamos celulares de casal.
— Por ora não preciso. O meu ainda funciona bem.
Se comprasse para si também, já não teria dinheiro para o dia; Cheng Yao lamentou não receber o retorno financeiro imediatamente, pois, do contrário, poderia até levar Lu Mengyao a comprar um imóvel.
Talvez fosse uma forma de equilibrar o jogo e manter a experiência interessante?
Afinal, tornar-se um magnata de uma só vez tiraria toda a graça do processo.
Mas ele não se importava!
Cheng Yao resignou-se, pois nada podia fazer.
Tinha pouco mais de trinta mil consigo; seria prudente hoje, o resto ficaria para outro dia!
Deixando a loja, Lu Mengyao tornou-se mais falante, seu entusiasmo evidente.
Cheng Yao sentiu nitidamente a mudança: ao exibir um pouco de poder aquisitivo, conquistava o interesse de mulheres como ela; sair sem gastar era missão impossível.
Naturalmente, era exatamente esse o resultado que desejava.
Para desfrutar no futuro de uma vida desavergonhada, dependeria da árvore de ouro que era Lu Mengyao.

O dinheiro infunde coragem ao covarde;
não é mero ditado.
A bem da verdade, noventa e nove por cento da ousadia masculina vem da carteira: quando cheia, o homem fala e caminha com confiança, espírito leve e altivo.
Claro, uma braguilha cheia também contribui.
Cheng Yao, aos poucos, acostumava-se ao modo de conversar de Lu Mengyao, deixando que ela se apoiasse em seu braço até chegarem ao Deji.
O primeiro andar do Deji era um mar de ouro e esplendor, frequentado quase exclusivamente por mulheres maduras.
Maquiagem sofisticada, postura e corpo de mulher feita.
Os saltos altos e as meias pretas seduziam; o cabelo impecável já não guardava traço de inocência, as roupas frescas — no interior, quase não se viam garotas mais jovens, exceto talvez na praça de entrada.
Sensuais,
fatais,
especialmente as vendedoras das marcas como Louis Vuitton, cuja beleza superava a maioria — os tailleurs realçavam suas silhuetas esguias, e os decotes não eram modestos.
Claro, Lu Mengyao não ficava atrás.
— Que marca prefere? Gucci, Chanel, Louis Vuitton, Dior…
Lu Mengyao olhou em volta e respondeu:
— Chanel, acho que Louis Vuitton não combina comigo no momento.
— Então vamos ver.
— Combinado.
Afinidade +3
A afinidade subia como se fosse brincadeira, mas Cheng Yao sabia que, quanto mais avançasse, mais difícil seria progredir.
— Sejam bem-vindos à Chanel, senhor, senhorita. Em que posso ajudá-los?
A atendente da Chanel era de uma cortesia absoluta; era quase impossível que ocorresse na vida real as situações constrangedoras e caricatas dos jogos, com zombarias e afins.
Salvo, talvez, em caso de insanidade.
Ainda assim, tais pessoas não existem em lojas deste padrão; mesmo que tivessem tais pensamentos, jamais os diriam em voz alta.
— Escolha uma bolsa para ela — disse Cheng Yao.
— Alguma faixa de preço?
— Por volta de vinte mil.
— Certo, por favor, acompanhem-me — a vendedora guiou-os com cortesia para o interior.
Nas luxuosas vitrines, uma miríade de bolsas brilhava, deixando qualquer um deslumbrado.