Capítulo Um Qianxu! Eu ordeno que me solte!

Istri Manis Berkata: Tuan Presiden, Mari Bicara di Dalam Ruangan Ruo Qianwu 2567kata 2026-03-12 06:47:17

Cidade A, em uma suíte luxuosa de um renomado hotel situado no coração do centro, onde cada centímetro de terra vale ouro.

Sobre a imensa cama king size Simmons, um homem finalmente desperta.

A posição em que se encontra, com as mãos firmemente amarradas à cabeceira por grossas cordas, não é das mais confortáveis. Assim que abre os olhos, percebe imediatamente o quão estranha é sua situação. Em seguida, lança um olhar atento ao redor: vê que a única janela do quarto foi coberta, sem brechas, por pesadas cortinas blackout.

Foi amarrado?!

Tenta se desvencilhar por duas vezes, usando toda a força. Para sua surpresa, há neste mundo um método capaz de prendê-lo assim—sorri, um riso gélido. E, nesse exato momento, uma sensação estranha começa a emergir em seu corpo...

A porta do quarto se abre e fecha suavemente. Na penumbra, uma jovem aproxima-se devagar.

— Qian Xu! — o homem pronuncia o nome entre dentes cerrados, quase num sussurro raivoso.

Ao mesmo tempo, ao vislumbrar o corpo delicadamente curvilíneo da jovem, a sensação que ascende em seu íntimo o faz enfim perceber—

Ela o drogou com aquele tipo de substância!

— Tripla dose, e ainda assim você já acordou? — a voz da garota é límpida, inocente, quase pueril, e soa agradavelmente aos ouvidos.

No entanto, para o homem, soa como uma brisa gelada, fazendo-o estremecer involuntariamente.

— Qian Xu! Vejo que sua coragem cresceu! Solte-me agora! — sua voz, controlada, ressoa surpreendentemente clara e fria.

Qian Xu acende uma luminária sobre a cabeceira. A luz tênue e dourada envolve o espaço, tingindo-o de uma atmosfera ambígua.

Assim que a vê claramente, o olhar do homem aprofunda-se, instintivamente—quase um reflexo.

Maldita mulher! Ela ousou vestir uma camisola preta, justa, de rede! E sob os finos fios do tecido... nada. Absolutamente nada.

— Qian! Xu! — o homem, tomado de ira, grita, mas sua voz já ressoa rouca.

Qian Xu ignora sua fúria. Seus olhos percorrem o corpo dele, impecavelmente vestido com um terno, e descem, lenta e audaciosamente...

Onde quer que o olhar de Qian Xu pousasse, o corpo do homem reagia. Por um instante, desejou poder afundar a cabeça no chão e pôr fim à própria existência.

Ela desvia o olhar, mas utiliza sua arma mais letal—seu olhar penetrante—cravando-o nele. Em seguida, tal qual uma felina, sobe na cama.

— Qian Xu! Vou dizer pela última vez: solte-me! Ainda está a tempo de se arrepender! — ele força-se a manter a calma, a voz grave e baixa.

— Não me arrependo! Hmm... o que faço? Também estou tão quente... — a voz dela embaça, tornando-se indistinta, enquanto aproxima o rosto de sua mão, permitindo que ele sinta o calor de sua pele.

— Maldição! — pragueja baixo. Só agora se recorda: para convencê-lo, Qian Xu bebera primeiro aquela taça de vinho!

Qian Xu começa a soltar-lhe a gravata, roçando-se inteira contra ele.

— Qian Xu! Pense bem no que está fazendo! — diz, exaurindo todos os argumentos que conhece. Sente que, em toda a sua vida, jamais falou tanto quanto hoje. No entanto, nada disso consegue demover aquela mulher! Aquela tola! Ela não o amava?

— Eu sei, hoje você não escapará. Você disse: se eu lhe desse isso, você o deixaria ir! Você prometeu! — diz ela.

— Seja boazinha! Não precisa me dar nada, eu o deixarei ir! — Ao pensar naquele “ele”, o turbilhão de sentimentos do homem é indescritível.

Ela está fazendo isso... por outro homem...

Ao perceber isso, o ressentimento supera o desejo. Mais uma vez, tenta acalmar-se—e acalmar aquela mulher também!

Mas, ao vê-la enfiar a mão sob sua camisa, sua racionalidade beira o colapso.

Agora, sente-se inflamado, como se todo o corpo ardesse em chamas. Pela primeira vez na vida, experimenta o fogo devorador do desejo.

— Não acredito! — sussurra ela.

— Gong Zhuoxi... não é só por ele, é pelo meu pai e minha mãe também. Gong Zhuoxi, você vai salvá-los, não vai? Você vai cumprir sua palavra, não vai? — Assim que termina, Qian Xu arranca-lhe o cinto de um só golpe.

Gong Zhuoxi não entende como Qian Xu consegue ser tão contraditória e, ainda assim, tão determinada.

— Gong Zhuoxi! Você não pode fugir, se hoje nada acontecer, ambos estaremos em apuros — diz ela, seu corpo ardente colando-se ao dele, os lábios tocando os dele.

O quê?!

Que droga ela tomou? O que exatamente foi?

Gong Zhuoxi sente-se dolorido com a inexperiência dos beijos dela... Vira o rosto com força para evitá-la, mas Qian Xu, teimosa, força-o de volta, insistindo no beijo.

Uma sensação de humilhação o invade. Observa a mulher sobre si, com movimentos hesitantes, e o fogo em seus olhos quase a consome.

Muito bem! Muito bem! Qian Xu!

Gong Zhuoxi encara o rosto embriagado dela, tomado de uma fúria extrema:

Já que você deseja se perder... então, eu me perderei contigo!

Fecha os olhos por um momento, e quando os abre novamente, o ardor em seu olhar parece capaz de incinerar tudo ao redor.

— Qian Xu, solte-me agora! — diz, palavra por palavra, em tom grave.

A mão dela já tateia a fonte do calor. Com um simples toque, Gong Zhuoxi prende a respiração.

— Depressa! — ordena ele.

— Mas como faço isso? — Qian Xu não o ouve; ao invés disso, continua a mexer desajeitadamente, sem encontrar o jeito certo.

Gong Zhuoxi finalmente perde o controle e, pela primeira vez na vida, ruge:

— Qian Xu! Eu ordeno que me solte!

Talvez nunca tenha sido repreendida assim, pois Qian Xu se assusta. Levanta o rosto, o olhar perdido e magoado, até que, por fim, acena com a cabeça, atônita:

— Tá...

Mas logo percebe que esqueceu como soltar o nó da corda.

— Como se desfaz isso? Eu não sei! — Sua voz embarga, quase chorosa. Esforça-se por um bom tempo, mas a corda permanece imóvel.

Nesse momento, está sentada sobre o peito de Gong Zhuoxi.

Ele finalmente compreende o que significa o sangue correr ao contrário. Inspira fundo e sente que a corda em seus pulsos afrouxa. No instante seguinte: rasga!

Qian Xu olha para ele, incrédula. Ele havia rompido a corda com as próprias mãos!

Sem tempo para pensar nos pulsos sangrando, Gong Zhuoxi, agora senhor da situação, lança-se sobre Qian Xu...

...

Já que você quis me provocar, então, de hoje em diante, jamais a deixarei ir!

Qian Xu, não ouse tentar me abandonar novamente!

...

A tempestade furiosa na suíte presidencial, muito, muito tempo depois, enfim, cede à calmaria.

...

Gong Zhuoxi se pergunta, não pela primeira vez: ao longo de seus vinte e cinco anos de vida, tendo conhecido tantos tipos de mulheres—sedutoras, puras, etéreas—por que, então, foi cair nas mãos de Qian Xu, enredando-se nesse jogo de amor e ódio?

Não, não, entre eles não há amor e ódio, pois sempre foi um amor não correspondido de sua parte.

Ah, que palavra dolorosa...

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